Email: Senha:
     
  
  
Bem-Vindo
Cinema
Em Cartaz
Em Breve nas locadoras
Filmes
Recomendados
Quero Assistir
Avaliados
Bloqueados
Quiz
Amigos
Convide seus Amigos!
Meu Perfil
Últimos Acessos
Usuários Indicados
Meus Amigos
Usuários Bloqueados
Notícia
Últimas Notícias
Postar Notícias
Locadoras
Procure sua locadora
Cadastro de Locadoras

Últimas Críticas:

Usuário: Mago
Filme: Os Estranhos
Logo no início do filme nos é transmitida a mensagem: “inspirado em fatos reais”. Mas o interessante é que o filme é baseado numa série de fatos verídicos, e não em um único acontecimento.

O diretor e roteirista estreante Bryan Bertino, ao mostrar num único filme variados fatos que já devem ter ocorrido com muita gente, consegue assustar o expectador sem derramar uma única gota de sangue. Somos levados para dentro do filme e passamos pelo mesmo terror psicológico vivido pelas personagens.

O suspense só cresce ao longo da exibição e Liv Tyler e Scott Speedman encarnam o medo de forma apavorante e inusitada. A falta de explicação para o que realmente está se passando, faz com que a história se torne mais real. Afinal, quem nunca ouviu passos ao redor da própria casa enquanto estava sozinho à noite e nunca conseguiu descobrir quem era o responsável por aquele caminhar?

Fonte: www.washingtonpost.com


Usuário: Mago
Filme: Vicky Cristina Barcelona
Os créditos iniciais continuam os mesmos, mas a música é nova. O som de um violão espanhol substitui a conhecida sinfonia que sempre enaltece o início das comédias e dramas de Woody Allen. O filme se passa em Barcelona e não em Manhattan, como de costume. O erotismo, presente nas personagens centrais, substitui as trapalhadas e as neuroses de um senhor de idade avançada que reflete sobre o significado da vida. Vida que continua a ser insignificante, mas dessa vez isso nos é mostrado através dos olhares e atitudes das estrelas de “Vicky Cristina Barcelona”.

Allen conseguiu um belo filme e mostra que ainda está no auge de sua carreira, trazendo toda a nitidez dramatica de um diretor experiente em um país totalmente novo para ele. Além disso, reuniu um time de estrelas de primeira qualidade. Scarlett Johansson, Javier Bardem e Penélope Cruz formam um trio extremamente talentoso, vibrante e sensual. A todo momento parece que Crúz terá um surto de proporções incalculadas e isso mantém a atenção do público, que não consegue desviar o olhar da tela em nenhum momento. Johansson é doce, mas possui algum tipo de perversão altamente atrativa. E Bardem se consagra, mais uma vez, como um dos melhores de sua época.

Em “Vicky Cristina Barcelona”, Woody Allen consegue reunir o que tem de melhor com lugares, personagens e situações totalmente novas. Uma nova fórmula que funcionou perfeitamente bem.

Fonte: www.washingtonpost.com


Usuário: Amanda Valle
Filme: Beleza Americana
(Gente, sou fake)

O que parece incomodar a quem assiste a "Beleza Americana" é a infantilização e adolescentificação do protagonista, Lester Burnham.

Prestes a ser demitido, ameaça o chefe que usa dinheiro da empresa para transar, e acaba podendo fazer o que quiser com sua rotina. Brincar, fazer sexo no sofá, jogar vinho no sofá, sentir tesão pela colega da filha de 16 anos, malhar por causa disso, puxar um fumo.

Mas o que não pode ser deixado de levar em conta é que Lester, até então, levava uma vida vazia, de aparências, de incompreensões, distâncias e inércia.

Uma das cenas chocantes do filme mostra as preliminares de Lester com Angela, interrompidas quando ela revela uma inocência que o surpreendende e o faz cair em si.

Nesse momento, quer saber da filha, e fica feliz ao saber que ela está apaixonada. Pela primeira vez em muito tempo, alguém lhe pergunta como está. Bem. Está bem.

Mas a percepção de uma realidade que não seja falsa nem imatura ocorre em meio a uma teia social intrincada, em que diversos sujeitos navegam no jogo de tentativa e falha de levar uma vida americana.

Um filme muito rico, dá pra gastar bastante assunto.


Usuário: educafe
Filme: Garotos Incríveis
Identifico-me imensamente com este filme, como escritor e como ser humano. O fim de semana do Festival da Palavra é duro com Grady Tripp. Para começar, sua esposa sai de casa. A amante anuncia a gravidez, dizendo que o marido acharia isso “mais do que surpreendente”. O cachorro cego do chefe que ele mesmo corna, Poe, late mais do que nunca, embora sem direção. E aí vem o encontro com o aluno excêntrico, odiado por quase todos os colegas, James Leer. Este se encontra do lado de fora da casa da reitora, a amante de Grady. Segura uma pistola de chumbinho, para dar boa sorte, segundo Leer, que foi atraído por uma estufa que parecia o céu. O amor e a paixão por escrever, por inventar histórias, por expandir-se, por viver, desenrolam-se nas aventuras vividas pela dupla e os demais personagens coajuvantes. Excelente.


Usuário: educafe
Filme: Feitiço do Tempo
Este é um filme sobre o amor e sobre o tempo, como ressalta o título da versão brasileira. É também um filme sobre a marmota, "groundhog" em inglês. O título original se traduz literalmente como "O Dia da Marmota".

"Phil" é o nome dela, ser místico capaz de prever se a primavera chegará mais cedo. E com ela está outro Phil, interpretado por Bill Murray, homem do tempo de um canal de televisão, que cobre o festival em que, anualmente, o animal expressa seus vaticínios.

O confronto dos dois "Phil" é, para o humano, uma reviravolta completa na idéia de temporalidade. Para começar, a nevasca que havia anunciado mover-se para Altoona, ao invés de deixar Puxsutawney para trás, precipita-se de maneira que lhe era imprevisível. Sua vida, que era até então uma rotina aprisionante, pois ele mesmo se aprisionava, metamorfoseia-se na metáfora literal do "todo dia é igual". Mas para ele não é igual, pois ele, ainda que somente ele, tem consciência e memória de tudo.

Rita é o norte de Phil. É sua relação com ela que o conduz às experiências que lhe permitirão encontrar uma saída.


Usuário: Mago
Filme: Cashback
“Cashback” nasce da fantasia que toda criança tem de parar o tempo e vagar livremente por qualquer lugar. E Sean Ellis, diretor e roteirista, consegue criar a partir desse “sonho” um ótimo e funcional romance.

Ben, personagem central, sofre de insônia e por isso arranja um emprego noturno num supermercado. Aí começam suas fantasias. E, não sabemos se todos esses delírios vividos pela personagem são um choro implorando por poder, uma forma de expressão de uma crise existencial ou somente o resultado de sua insônia. O que importa é que todos esses delírios rendem imagens belíssimas, que nos colocam no mesmo transe vivido pela personagem. Um filme delicioso, com imagens fenomenais.

Fonte: www.washingtonpost.com


Usuário: educafe
Filme: Magnólia
Eu tinha 19 anos quando adentrei o Belas Artes Liberdade para assistir a este magnífico filme. Paul Thomas Anderson nos atinge impactante desde os primeiros segundos, quando se põe a apresentar historinhas em que saltam aos olhos espantosas coincidências. Propostas como verídicas, servem de introdução ao tema que perpassa todas as fases do filme, identificadas por previsões do tempo. O clímax vem com uma afamada e famigerada chuva. Este é um clássico do ame-o ou odeie-o. Seja para fazer uma coisa ou outra, recomendo encarecidamente que o assistam.


Usuário: educafe
Filme: Os Sonhadores
Cinema e revolução. Revolução e cinema. Revolução no cinema. As combinações são infinitas na interação destes três jovens de Maio de 68. Jovens cinéfilos, inibidos diante do mundo, desinibidos entre si. A irmã e o irmão siameses, o americano. A casa. A Universidade. As ruas. Paris. As descobertas e explorações afetivo-sexuais. Um filme excelente.


Usuário: educafe
Filme: Efeito Borboleta
O filme tem um tom de tensão e urgência, do início ao fim. As mudanças no fio temporal se dão com inteligência e mantêm a identidade dos personagens, mesmo em meio às intensas transformações, pois estas são provocadas por um curso de eventos alternativo. Coloca-se a questão da influência de acontecimentos dentro da formação de nossa personalidade e nosso caráter. A saída do tormento é alcançada pelo sacrifício em prol de um amor mais profundo. Excelente.


Usuário: educafe
Filme: Um Sonho de Liberdade
Condenado pelas aparências e por ser um homem frio, Andy Dufresne resiste, como pode, à árdua vida da prisão. Não tem problemas em tornar-se melhor amigo de um negro, numa época de muito racismo, mesmo tendo origem de classe alta. Sua inteligência, paciência e persistência são notáveis. É a temática da resistência, encenada no sistema prisional. Excelente.


Usuário: Mago
Filme: 007 - Quantum of Solace
Uma boa frânquia alcança cada vez mais sucesso quando inova e consegue, com o passar dos anos, se adaptar às exigencias do público. “007 – Quantum of Solace” nos traz um James Bond diferente. Não tão galanteador e mais humano, mais bravo e mais convincente do que aquele agente que surgiu em 1962.

Essa mudança de personalidade e de atitude do personagem já podia ser sentida em “Cassino Royale”, mas aqui ela se concretiza de forma coesa e verossímil. Parte dessa agradável transformação se deve a Daniel Craig que incorpora de forma excelente esse raivoso James Bond.

Um filme cheio de ação dirigido de forma magistral por Marc Forster. Seqüências longas com imagens hipnotizantes que prendem nossa atenção do começo ao fim são alguns dos pontos positivos da aventura.

Um filme tão eficiente quanto as armas de alta potêcia e os glamurosos carros utilizados por James Bond. Quem procura por um bom filme de ação não pode perder e os fãs da série devem conferir as muitas transformações que sofreu esse imortalizado personagem.

Fonte: www.hollywoodreporter.com


Usuário: Mago
Filme: Jogos Mortais 5
As duas primeiras frânquias de “Jogos Mortais” superaram todas as expectativas, tanto do público quanto dos criadores. Há tempos não se via um terror hollywoodiano com uma boa história e com um assassino possuidor de um bom argumento para realizar suas maldades. Trazer a desvalorização da vida humana para um filme de terror foi, realmente, uma jogada de mestre.

Mas, já estamos na quinta seqüência e é impossível, para qualquer gênero, se manter com qualidade e conteúdo. Logo, “Jogos Mortais 5” não passa de uma histórinha extremamente fraca, nada criativa e cansativa.

A sensação que temos é a de que o filme foi produzido com a certeza de que seus produtores teriam bons lucros, mesmo sendo mal-feito, mal-dirigido, mal-atuado, mal, mal, mal... Infelizmente os lucros realmente foram grandes, assim como a decepção de quem (ainda) esperava por um bom filme de terror.

Fonte: www.hollywoodreporter.com



AREA DE BANNER

Filmes ruins, nunca mais | Sobre Nós | Contato | Oportunidades | Termos de Uso | Perguntas e Respostas
© 2007 MovieMago, Todos os direitos reservados.